FrenchSpanishEnglishPortuguese

Artistas

Custódio Castelo

Custódio Castelo - Festival Guitarra D'Alma

Nasceu na freguesia da Raposa, concelho de Almeirim a 23 de Dezembro de 1966.

Músico e compositor talentoso.

O vídeo é um link externo, para o canal do município de Almeirim.

Cristina Branco

É uma cantora, nascida em Almeirim a 28 de dezembro de 1972.

The Pilinha

Os The Pilinha nasceram no Verão de 2006 na Glória do Ribatejo, através de um grupo de amigos fãs de Ska e Punk-Rock. Caracterizada pelos seus temas originais a banda era inicialmente composta por 3 elementos, Jil (voz e bateria), Costinha (guitarra) e Latas (baixo). No dia 1 de Dezembro de 2006 deram o seu 1º concerto no aniversário da Associação “Febre Amarela”. Em 2008 entra para a banda o teclista Peka. Os concertos foram surgindo e o nome The Pilinha foi se espalhando levando o grupo a actuar em diversos locais por Portugal e a partilhar o palco com diversas bandas, contando já no currículo com cerca de 200 actuações. Em 2014 entram para a banda 4 novos elementos, Miguel (guitarra), Jorge (trompete), Manuel (saxofone) e João (trombone). Com a actual formação a sonoridade Ska está bem acente nesta banda que promete agitar todo o público por onde quer que passe.

In https://ppl.pt/prj/the-pilinha (link externo)

The Pilinha

Wako

W.A.K.O – We Are Killing Ourselves nasceram em 2001 na cidade de Almeirim. Ex alunos da nossa escola, Escola Secundária Marquesa da Alorna, este grupo de amigos com as mesmas influências e os mesmos gostos musicais, Metal, decidiram criar a sua banda musical. Em poucos anos participaram em vários festivais de verão em Portugal e Espanha, gravaram a sua primeira demo Outrage e assim começaram a ser reconhecidos como uma das grandes bandas de Metal em Portugal. Anos mais tarde fizeram tours pelo Reino Unido e Estados Unidos da América. Em 2007 o seu álbum “Desconstructive Essence”, considerado um dos seus melhores trabalhos, foi lançado por todo o mundo e a partir daí a banda ganhou uma enorme projeção e reconhecimento no mundo da música alternativa, tanto a nível nacional como internacional.

Fontes (link externo):

https://www.reverbnation.com/wearekillingourselves?popup_bio=true

https://www.rastilhorecords.com/pt/artistas/-/wako-50/

Entrevista a Nuno Rodrigues vocalista da banda WAKO

1 – O que são os WAKO?

A banda é como um holograma, uma projecção de tudo que nos envolve. Um desígnio sónico e literário da nossa realidade, um gatilho cénico que se prime e aponta a várias edificações morais e sociais que se expressam e auto-impõem de forma obsoleta e obscena, ao instinto selvagem e errático do Homem e a todo o processo de auto-destruição pelo mesmo.  “We Are Killing Ourselves”, WAKO! Pode ser um maluco, não é? (risos) Essa antítese funciona bem porque parte de um significado e culmina noutro – é o caminho da insanidade (WAKO) para chegar a We Are Killing Ourselves. Eu acho que é esse o processo realista de todo o ser-humano. Sendo agora esta uma visão que se tornou mutável ao longo dos tempos.

W.A.K.O. já não reflecte meramente uma crítica, mas sim uma consciencialização dos valores que tendem a desaparecer, a verdade é que continua a percepcionar a decadência do Homem como algo bem palpável. Estamos todos a ruir por dentro e exteriormente, e esta é a nossa “wake up call

Há mais artistas-bandas a fazerem isto mesmo. Esta é apenas a nossa forma de apelar às pessoas para não deixarem de se preocupar com a vida e com o que se passa à nossa volta. Mantendo sempre os bons valores intactos, vislumbrando sempre o melhor que reside em cada um de nós. Resiliência, perseverança e estar “desperto”.

 

2 – Como é que começaram?

Revisitando um momento tão simples…. Lembro-me tão bem, após terminarmos o dia de aulas, combinarmos entre nós um encontro num café-bar em Almeirim, para somente discutir a possibilidade de aprendermos a tocar um instrumento e fazermos uma banda. Nessa entusiástica conversa, vibrávamos ao falar de uns Slipknot, Pantera, Korn, Sepultura e outras mais. Nunca imaginamos que pudessemos passar daquela mesa de café para os palcos de hoje.

 

3- Porque é que deram início à banda?

É a normalidade dos acontecimentos, aquando os nossos doces 17 anos, todos tínhamos gostos em comum, como o género musical, a busca literária, uma inclinação sensível para artes….  vá éramos putos que com a mania que queriam ser diferentes(risos). Começou como algo muito inocente que conseguimos transformar em algo sólido.

 

4 – Em que locais já atuaram?

Creio que já demos mais de quinhentos concertos ao longo destes 18 anos de carreira. Claro que existem sempre aqueles que ficam bem cravados no nosso coração e que perduram na nossa memória, desde os primeiros concertos, como anteriormente referiste, na cantina do liceu, até ao pisar do palco do Meo Arena, um Coliseu de Lisboa, as tours nos Estados Unidos e em Inglaterra. São tantos…cada um com o seu próprio apreço e genuíno, distinto significado.

 

5 – O que esperam do futuro?

O futuro é agora muito incerto…Vivemos a “distopia” da nossa geração. Assim que as coisas se dissiparem mais e adaptarmo-nos a esta nova “normalidade”, tencionamos lançar o nosso 4º registo discográfico e claro o tão aguardado regresso aos palcos, estamos todos famintos do mesmo…Não é!

 

6 – Em termos de conhecimento o que é qu já atingiram?

Ainda trilhamos esta estrada de conhecimento, é ininterrupta e cada vez mais vasta. A percepção de cada ainda temos muito para aprender e construir é a trave-mestra do nosso tipo de “sapiência” ou se que quiseres chamar de bagagem e alguma sabedoria.

Duo Jorge Paulo & Susana

Duo Jorge Paulo & Susana

O DUO JORGE PAULO & SUSANA consiste num duo de música popular portuguesa e brasileira.

Tudo começou em 1998, que resulta de um namoro entre os músicos. Jorge Paulo já era músico e Susana mostrou-se interessada e assim nasceu o duo. Com Jorge Paulo na voz e teclado e Susana na voz.

Ao longo destes 22 anos de existência já contam uma vasta experiência com a passagem por diversos palcos em grande parte do país e também fora dele, nomeadamente nos EUA onde já fizeram 3 passagens de ano.

Os investimentos que foram feitos ao longo destes longos anos permitiu-os que iniciassem outro tipo de atividade também ligada aos palcos, assim nasceu a empresa JP Marques Produções Audiovisuais Unipessoal Lda.

Nesta empresa desenvolvem aluguer de vários tipos de equipamento Som, Luz, Artistas, Bandas, etc.

Sétimo Solo

Sétimo Solo

Os Sétimo Solo consistem numa banda de cover’s de diversos estilos (por exemplo, rock, musica popular portuguesa e brasileira, kizomba,etc…).

Formados em 2019 em Coruche, são constituídos por 5 membros: nas guitarras Mário Ribeiro e João Nogueira, no baixo Hélder Filipe, na bateria Hélder Escrevente e na voz Afonso Bastos.

A iniciativa de formar uma banda vem por parte dos guitarristas, que já tinham um projeto juntos em acústico.

Todos os membros tem a paixão pela música e queriam demonstrar essa paixão ao formarem uma banda, de forma a animarem as pessoas e principalmente eles. Tendo sempre o foco no trabalho, de modo a atuarem em muitos mais lugares.

Contam com um registo de inúmeras atuações em bares e restaurantes de Coruche. Também tocam nas Fazendas de Almeirim e fizeram a passagem de ano 2019/2020 no restaurante “O Malhou”, em Alcanena.

 Para marcações de espetáculos e mais informações podem sempre contacta-los na sua página de Facebook “Sétimo Solo”.

João Alves

"Faço misturas e masterização, de forma profissional desde 2011, foi quando registei o estúdio. Atualmente faço mistura e masterização não só para música, como também para imagem, nomeadamente filmes e publicidade, não só sounddesign, como edição, como também música original. Já realizei trabalhos para a Lisbon Film Orchestra, onde destaco um dos trabalhos cujo tema foi a gravação de temas da Disney. No site da Sweet Mastering Studio pode ver grande parte dos meus trabalhos e a internacionalização da minha empresa."